...
(...) O Amor foi naquele momento, e agora será sempre, representado por todos os sentimentos que vivi ao ver, nos seus olhos cristalinos aquele pôr-do-sol esplenderoso... e foi aí, nesse preciso e precioso momento de rara beleza, que eu soube que encontrara alguém muito especial...
(...) encostou o seu peito ao meu, e como que procurando uma força etérea e quase sobre-humana para terminar o que começara, colocou aquele nosso pôr-do-sol nos meus olhos... timidamente, como uma gota de chuva que cai pela manhã fria e brutal. E já não era a beleza das suas expressões que nele mais me fascinava, e nem sequer os seus olhos tão reveladores: agora, eu amava aquela alma, o seu coração, a maneira de encarar as situações, boas ou más, o respeito enorme que tinha pelas pessoas, a altura dos seus sentimentos, a nobreza das suas palavras, a honradez da sua bondade quase divinal e a sinceridade infantil que o amarrava violentamente a mim...

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